Gol no Aeroporto de Congonhas - Set/02

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Em 04/05/02, tive o desprazer de tentar embarcar em vôo da Gol no Aeroporto de Congonhas onde, lamentavelmente, esta empresa teve a infelicidade de empregar, como supervisora de aeroporto, uma senhora que se identificou apenas como "Márcia". 

Devido à eventual falta de meu RG, lancei mão de documento oficial de identificação de funcionário público federal -- e, portanto, dotado de fé pública -- e recebi, pasmo, a notícia de que não poderia embarcar apenas com tal documento. Diante de argumentos lógicos e legais -- todos inócuos diante de alguém tão despreparado para a função que exerce -- a funcionária replicou, impassível como o mais obtuso dos burocratas, ser minha funcional "tão inválida quanto a sua própria, emitida pela Gol", como se meu documento fosse emitido por uma empresa privada, e não pelo Poder Público! Restou-me recorrer ao DAC para não perder o vôo e, mesmo ciente da falha, tão mal-educada manteve-se a sra. Márcia que sequer foi capaz de se desculpar por seu erro, incômodo e constrangimento causados por tal incompetência que quase me fez perder o vôo e compromissos.

Lembro à Gol que, a despeito de sua louvável política de baixas tarifas e da não emissão de bilhetes de passagem (o que viabilizou meu embarque), cordialidade e bom atendimento aos clientes geram receitas e fizeram de uma das concorrentes a empresa aérea mais respeitada do país. Embora o despreparo e insensibilidade arrogantes de uma supervisora pareçam supor que sim, episódios como o relatado não são tolerados indefinidamente por clientes que se deseja cativar.

Wagner Bueno Cateb  

 

 

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