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Fui Roubado pela TAM -
Abr/01 |
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Caros Amigos,
Por favor publique esta minha estória, pois serve de alerta para as pessoas de que como empresas
inescrupulosas acabam com o turismo interno no Brasil.
Vinha eu e minha esposa de Fortaleza-CE no vôo de número 3847 que faz conexão em Brasília/Cuiabá,
26/01, trazendo 06(seis) volumes de bagagem, dentre elas um microcomputador COMPAQ e uma
impressora HP novinhos, lacrodos de fábrica.
Quando cheguei no meu destino (Vilhena-RO) constatamos que exatamente o computador e a
impressora não haviam chegado. Mesmo chateado, preenchi o formulário de reclamações e esperei o
prazo de tempo que a loja local me deu para as buscas de tais bagagens.
Encerradas as buscas (07 dias depois), solicitei a abertura de um processo de ressarcimento, já que tenho a nota fiscal das mercadorias. O valor da nota é de R$ 2550,00. Sabe quanto a sua companhia quer me
pagar?
O correspondente do peso dos equipamentos, algo em torno de R$ 240,00. Pergunto eu. É justo? Isto é ou não um roubo?
E o pior disso tudo é ouvir da gerente do setor de bagagens de São Paulo, que a reponsabilidade de transportar equipamentos eletrônicos é minha e
não da companhia.
Só me resta a crêr que estou a mercer de uma gangue uniformizada de vermelho
e branco com sorrisos, dizendo: "Não se preocupem, iremos roubar suas bagagens, mas vocês serão bem atendidos". Agora, vou ter que entrar com um processo na justiça por perdas e dados e este processo poderá levar no mínimo um ano, fora o prejuízo psicológico, que ninguém contabiliza. Tudo porque escolhi a TAM, que tem a cara-de-pau
de considerar "O cliente em primeiro lugar".
Sinceramente, a TAM prefere perder clientes que agir de forma justa??? Estou enviando esta mesma carta para a revista Veja, Folha de São Paulo, Estadão, Embratur, enfim, para vários lugares alertando às pessoas para
que elas pensem bem antes de escolher uma companhia aérea como essa.
Por: Márcio Marques Gonçalves
Vilhena-RO
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Ao Ler este
relato acima, o leitor Walter Filho nos enviou o e-mail abaixo
de
solidariedade ao Márcio contando seus problemas na Chapada
Diamantina
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Márcio,
Também tive um problema, não tão grave quanto o seu, mas grave no meu modo de entender.
Fui à Chapada Diamantina na Semana Santa do ano passado ( 2000 ), viagem para a qual havia acabado de comprar uma mochila importada para caminhadas por
U$ 250.
O fato é que, além de terem molhado todos os meus pertences por conta de um problema ocorrido no ar condicionado eles estouraram a presilha da barrigueira ( cinta que prende a mochila à cintura ) por pura estupidez e descuido ao transportá-la entre aeronava / carro / esteira.
Ao tentar fazer uma reclamação fui tratado com a maior grosseria e sinismo por todos os que me atenderam no desembarque. Foi ai que, tomado pelo meu sangue latino, subi à administração dessa bosta de empresa e falei tudo e mais um pouco, até que decidiram me atender e fazer o raio do relatório. Contudo ainda fui obrigado a ouvir de um funcionário idiota que teria sido minha culpa o que ocorrera com a bolsa já que, segundo ele, eu já deveria saber que a esteira faz esses estragos com frequência nas bagagens, adicionando-se a isso um sorriso irônico, que parece ser a marca registrada da empresa.
Por fim, me pediram pra aguardar 1 semana, no máximo, para que uma empresa especializada fosse até o meu endereço para pegar a mochila para reparos. Até hoje, 25/04/2001 ( 1ano depois ), não me procuraram!
[]'s
Walter Filho
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