Parati - RJ - Fev/02

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Quase 100 anos de esquecimento e isolamento foram responsáveis pela conservação da beleza histórica de Parati. Casarões do período colonial dão charme às ruelas da cidade. Cercando essa bela arquitetura, há 300 praias da região, 65 ilhas e uma faixa de Mata Atlântica com cachoeiras e outras preciosidades. Nada mais justo do que esta pequena cidade do litoral fluminense ter sido declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.


Esta cachoeira, também conhecida como Cachoeira da Penha, está localizada na 
estrada Paraty-Cunha. Próximo à Igreja da Penha, sai uma trilha que nos leva 
até o escorrega. No fim deste tobogã, forma-se uma grande piscina.

Incrustada entre a Serra do Mar, com sua exuberante vegetação nativa, e uma baía de águas azuis, Parati, hoje, é internacionalmente conhecida pelas belezas naturais, pelo rico acervo histórico cultural e pela variedade de opções de passeios que oferece aos que a visitam. Desde os anos 70, com a abertura da Rio-Santos, a cidade foi escolhida por intelectuais e artistas em busca de sossego.

Cachoeira do Iriri fica na altura do Km 158 da Rodovia Rio-Santos, sentido Parati-Angra dos Reis, com entrada à esquerda. Trata-se de uma bela queda d'água que termina numa refrescante piscina.

Do centro histórico, onde veículos motorizados não circulam, com suas construções seculares às trilhas que cortam os parques e ilhas que pertencem ao município, é possível encontrar os mais belos e interessantes roteiros. Principalmente para quem quer mergulhar nas águas claras e cheias de histórias da época em que piratas circulavam por aqui em busca de ouro. 

Urbanizada por maçons que aí se instalaram no século XVIII, Parati guarda em suas ruas e casas a simbologia maçônica. O encarregado de organizar a construção das casas e o traçado das ruas e praças era chamado "o arruador". É ele o responsável pelo desencontrado proposital das esquinas, justificando o que para nós parece torto e errado. 

O triângulo formado pelas "ruas tortas", além de ser um símbolo da maçonaria, foi feito com a finalidade de distribuir equitativamente o sol nas casas e evitar o vento encanado nas mesmas. Em algumas esquinas três pilares de pedra lavrada formam o triângulo maçônico, marcando sua presença.

O pórtico formado pelas colunas , uma à esquerda e outra à direita das portas de entrada das casas, tinham a função de identificar a residência de um maçon que certamente daria o apoio necessário ao visitante. Desde de 1992, Parati é Área de Proteção Ambiental, sendo proibida a extração predatória de crustáceos moluscos e outras espécies marinhas.

A faixa de Mata Atlântica possui grande variedade de orquídeas, bromélias e árvores de grande porte como jacarandá, peroba e cedro. Dentre as espécies animais, encontramos tamanduá, raposa, veado, paca, quati e diversos pássaros. Nesta área também existem diversas cachoeiras, como as do Tobogã, da Toca da Ingraça e Pedra Branca.

Quase dois terços dos 917km2 do município de Parati são protegidos por leis estaduais, federais e municipais. Não é a toa! Parati ainda possui boa parte da vegetação original. Protegida pelos morros escarpados da Serra do Mar, a Mata Atlântica permaneceu intacta e ainda hoje é possível encontrar pedaços de mata virgem.

Localização
Parati está localizada no litoral fluminense, distante 226km do Rio de Janeiro.

Como chegar
De São Paulo e Rio de Janeiro a melhor opção é a BR-101, a Rio-Santos, com um visual bem bonito do litoral. Para quem gosta de aventura e possui um veículo 4x4, existe a possibilidade de ir pela SP-171, via Guaratinguetá - Cunha.

Melhor época
O verão é a melhor época para curtir as praias. Mas fora de temporada a cidade e as praias da região ficam mais vazias. Durante o inverno chove menos e a temperatura é mais amena.

Parque Estadual de Paraty-Mirim
Distante da cidade uns 15km, possui inúmeras ruínas e muitas nascentes abrigadas por abundante vegetação. A faixa denominada Área de Proteção Ambiental de Cairuçu, às margens do rio Mateus Nunes, de sua nascente até a foz, oferece oportunidade de observar a pescaria artesanal, pois aí os caiçaras têm permissão para pescar com redes à maneira dos índios Guaianases, antigos moradores da região. Aqui localiza-se a Igreja N. S. da Conceição, de 1686.

Area de Lazer Paraty-Mirim 
A antiga reserva ecológica de Paraty-Mirim passou a ser chamada de área de lazer devido a forte presença de turismo na região atraídos pela beleza das praias e pelas ruínas da época colonial. Paraty-Mirim possui a primeira igreja fundada pelos colonizadores e já foi um importante empório comercial. Hoje, restam apenas igreja dedicada a Nossa Senhora da Conceição, cercada por ruínas. Um pequeno pólo turístico cresceu recentemente na região, com pequenas pousadas, bares e eventuais passeios de barco.

Área de proteção ambienta do Caiçuru: É a área que vai da nascente do rio Matheus Nunes até a Ponta da Trindade, divisa com Ubatuba. Abrange 63 ilhas e uma grande porção continental que esbarra no Parque Nacional da Serra da Bocaina. Segundo a lei, 20% de todos lotes nessa região deve se constituir de área verde.

Reserva Ecológica do Juatinga: Foi criada em 1991 com o objetivo de preservar as comunidades caiçaras. Mas ainda hoje não foram definidas as medidas de conservação do local. A reserva abrange: Praia Grande, Itanema, Itaoca, Calhaus, Cajaíba, Juatinga, Martim de Sá, Ponta Negra, Antiguinhos, Antigos e Sono.

Parque Nacional da Serra da Bocaina
...se estende por uma área de 134 mil hectares entre os estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Destes, mais de 35 mil se encontram em Parati. O ponto alto do parque são as caminhadas pelo caminho do ouro e trilha do degrau e pelas praias desérticas, nas quais a mata atlântica se encontra diretamente com o mar. 

As trilhas podem ser feitas a cavalo ou a pé, mas, é recomendadavel a presença de um guia e uma certa dose de preparo físico. Já as praias são acessíveis apenas por barco. Pode-se alugá-los no cais ou se tiver um pouco de sorte, conseguir uma carona da vila de Paraty-Mirim. 

O Parque Estadual da Serra do Mar é uma das maiores áreas de remanescentes contínuos de Mata Atlântica. A sua riqueza em flora, fauna e culturas tradicionais -índios e caiçaras- o tornam um local a ser preservado, cuidado e admirado. 

O Parque foi criado em 1977 e foi tombado pelo COMDEPHAAT em 1985. 
A UNESCO, através do programa Homem e Biosfera -MAB- passou a considerar a Mata Atlântica como Reserva da Biosfera, passando a ser "um instrumento de conservação que favorece a descoberta de soluções para problemas como o desmatamento das florestas tropicais, a desertificação, a poluição atmosférica, o efeito estufa, etc." 

Em 1979 foi incorporado à área original do Parque, o Núcleo Picinguaba. Este Núcleo,que está localizado em Ubatuba, próximo à divisa com o Estado do Rio de Janeiro, ao lado de Parati, é o único que atinge o nível do mar,apresentando em sua área tanto ambientes costeiros, de praia, como também, ambientes com alta declividade. 

A dificuldade de acesso conseguiu preservar até a década de '70 (quando da inauguração da Rodovia BR-101 ) boa parte da mata e a rica cultura dos moradores da região, caracterizada por uma completa integração com a natureza. Porém, da década de'80 em diante observamos um grande desmatamento, uma descaracterização do modo de vida dos moradores e uma crescente tensão social. 
É dentro deste quadro que o Núcleo Picinguaba tem a função de promover a preservação da mata, e estimular a integração dos diferentes segmentos de população: pescadores, índios, pesquisadores, turistas.

Praias
Os índios de Parati diziam que o simples fato de mergulhar nas águas da nossa baía era capaz de curar qualquer doença. E não é a toa! As praias de água morna e calma tornam o banho agradável em qualquer época do ano em todas horas do dia. As crianças adoram!

Trindade
A praia mais badalada de Parati ! 29km do centro - acesso por carro ou ônibus

Trindade foi, nos tempos coloniais, um porto para os piratas que atacavam os navios de Parati. As lendas dos moradores locais ainda falam em tesouros perdidos e baús cheios de ouro. Já nos anos 60 o lugar foi descoberto pelos hippies e, aos poucos, sua fama se espalhou. Mas mesmo hoje, trindade é o lugar onde se acha bares como "A morte da Larica" e as placas de trânsito são pichadas com "É proibido o tráfego de CARETAS na estrada".

Nos anos 90, o turismo descobriu a beleza da região. Hoje a antiga vila de pescadores é um lugar cheio pousadas, barzinhos e restaurantes. A antiga paisagem pitoresca cedeu lugar para uma região movimentada, cheia de festas, música e luaus. Os moradores mais velhos, saudosistas, dizem que Trindade perdeu seu charme, mas ainda há muita natureza e deslumbramento naquele lugar...

Cepilho: É a primeira praia para quem vem de carro. É lá que os surfistas se encontram para aproveitar as ondas que chegam a 4m!

Praia dos Ranchos (ou de fora): é a praia da vila de Trindade. Lá estão grande parte dos bares e restaurantes tão procurados pelos turistas. É sempre agitada nos feriados e na alta temporada, concentrando quase toda vida noturna da região.

Praia do Meio: as águas mais calmas e os barzinhos atraem os turistas e deixam a praia sempre agitada. Existe uma formação rochosa no meio da praia, é o lugar para apreciar a vista, ver as ondas estourando e refletir sobre a vida...

Praia do Caixadaço: é para aqueles que querem fugir da agitação de Trindade. A praia de areias brancas está bem preservada e não possui quiosques, bares nem restaurantes. Vale avisar: apesar das águas limpas e agradáveis, o mar pode ter redemoinhos e correntes marinhas escondidas. Procure informar-se com os moradores da região.

Praia dos Pelados: o nome verdadeio diz: Praia da Figueira. É uma pequena praia de águas calmas onde pratica de nudismo é permitida. Daí o apelido. O acesso é feito pela trilha que leva até as piscinas do Caixadaço.

Piscina do Caixadaço: enormes pedras de origem vulcânica represam a água do mar formando uma piscina de águas calmas e cristalinas. Vale a pena levar máscara de mergulho para acompanhar os cardumes de peixinhos coloridos e explorar as paisagens marinhas.

Como Chegar
Por carro: basta seguir a rio-santos no sentido de São Paulo e virar na estrada para laranjeiras. A entrada para Trindade é bem visível e foi recentemente asfaltada.

Ônibus: a linha 1040 que vai para laranjeiras pára no Alto da Trindade, restando ainda um trecho de menos de 5km de asfalto. Tente uma carona! Porque não é à toa que tem uma subida conhecida como Morro do Deus me Livre!

São Gonçalo
Areia branca e águas cristalinas...
30km do centro - acesso por carro, barco ou ônibus

É uma praia extensa, onde pode-se alugar caiaques, barcos e andar de banana-boat. Apesar de ser bastante visitada, sempre é possível encontrar um lugar calmo, sombra e água fresca. A praia de São Gonçalo possui quiosques que servem comida, bebida e petiscos.

Protegido por três ilhas (Pelada Grande, Pelada Pequena e Sururu), o mar é calmo e seguro. 

Uma boa idéia é visitar São Gonçalinho. A paisagem quieta e bucólica é um verdadeiro remédio para a alma!

Como Chegar
Por carro: pela rio-santos, no sentido Rio de Janeiro, a praia fica 30km depois do trevo.

Barco: viagem longa, para gastar o dia inteiro. Para alugar um barco, converse com os pescadores no cais da cidade ou na foz do rio Pequerê-Açu (em frente a Igreja da Matriz)

Ônibus: qualquer ônibus para Angra dos Reis ou divisa com Angra. A linha é relativamente freqüente, normalmente com um ônibus a cada hora. Vale lembrar que o ônibus está sempre lotado e desconfortável. 


Sono e Antigos
26km do centro - acesso por trilha (2h de caminhada) 

A orla sombreada por amendoeiras nativas e as casas e barcos dos pescadores são o cenário perfeito para uma boa tarde de descanso. O nome da praia já diz tudo! A natureza rica e exuberante da praia do Sono forma uma das paisagens mais lindas de Parati. Calma, paz e serenidade. O Sono é um lugar para se passar, pelo menos um dia. Quiosques feitos pelos próprios pescadores vendem comida e bebidas para os visitantes.

As águas da região normalmente são calmas refrescantes. O meio termo entre a Baía de Parati e Trindade.

Antigos e Antiguinhos são duas praias acessíveis por uma trilha íngrime no final da praia do sono. Ainda em estado selvagem, as praias não têm quiosques com comida, apenas um bica de água potável. Protegidas por uma dura caminhada, elas ficam praticamente desertas durante todo o ano e porporcionam uma das paisagens mais bonitas de Parati. 

Vale a pena passar pela Cachoeira da Conceição, tomar um banho de água doce e lavar a alma!

Como Chegar
Por carro: pela rio-santos, no sentido São Paulo pega-se a estrada para o Condomínio de Laranjeiras. A entrada da trilha fica em uma pequena vila logo após o condomínio.

Barco: converse com os pescadores do cais ou Paraty Mirim sobre as condições de navegação e o preço. Lembre-se que é uma viagem longa em mar agitado... 

Ônibus: a linha 1050 vai até Laranjeiras de onde anda-se alguns metros até a entrada da trilha.

A Trilha do sono demora aproximadamente 2h e não exige muito preparo físico. Por ser primitiva e isolada, não é recomendável para pessoas com problemas de saúde ou locomoção.

Carnaval e lamas medicinais
2km do centro - acesso por carro, caminhada ou bicicleta 

É a praia mais próxima da cidade onde é possível tomar banho. (As águas do pontal e do rio Pequerê-Açu são poluídas). O Jabaquara é uma área semi-urbanizada onde pode-se encontrar bares restaurantes e quiosques na praia além do reduzido comércio local.

Mas o grande atrativo do lugar são as lamas medicinais. Segundo a cultura popular, a lama carregada com enxofre torna a pele saudável e bonita. 

Logo após a praia encontra-se a Toca do Cassununga, com vários sítios arqueológicos e uma formação de rochas imponente. Segundo as lendas locais, o lugar é habitado pelo Corpo Seco, uma espécie de bruxo que assombra a região. Por isso tome cuido se visitar a praia durante a noite...

Como Chegar
Continua a estrada que vai para o Pontal e para o Forte Defensor perpétuo. A estrada contorna um morro e desce em direção ao Jabaquara.

Na grande maioria das praias da região de Parati, o mar se encontra diretamente com a Mata Atlântica. Apesar da beleza deslumbrante do cenário, é difícil evitar os mosquitos.

Para não ser picado, leve um bom repelente contra insetos e use sapatos e meias nas trilhas pela floresta. Lembre-se que os pés são o lugar preferido de todo bom mosquito! 

Ponta do Juatinga
Praias desertas com acesso a pé ou de barco. Na Enseada do Pouso de Cajaíba as praias são de areia grossa, águas claras e calmas, boas para mergulhar. A praia do Pouso de Cajaíba possui uma pequena vila de pescadores. A praia de Martins de Sá é boa para a prática do surf.

Vila de Trindade
Bastante procurada por jovens que gostam de acampar. Para chegar até lá, é preciso enfrentar 5km de estrada de terra íngreme e cheia de pedras. 

Passeios de barco
Diariamente, principalmente no verão, centenas de pessoas saem de manhã em escunas turísticas com destino às mais belas ilhas e praias nas proximidades de Parati.

Mergulho autônomo
Muitas escolas de mergulho realizam o batismo na Baía de Parati, que possui uma boa visibilidade (8m). Costuma-se mergulhar nas ilhas do Catimbau, Ratos, Meros e Ganchos. 

Infra-estrutura
Conta com excelente infra-estrutura em pousadas localizadas nas ruas do centro histórico, ocupando imóveis seculares que guardam características do Brasil colônia, ou outras mais afastadas, próximas aos parques e às praias.

Baleias, botos e golfinhos da Baía de Parati

Mamíferos totalmente adaptados à vida na água, os cetáceos - baleias, botos e golfinhos - sempre despertaram a curiosidade, a simpatia e o encantamento nas pessoas. Milhares de anos atrás, na Grécia, já existiam desenhos de homens nadando com golfinhos ou sendo salvos por eles de naufrágios. As baleias, com seu enorme tamanho, também fazem parte da mitologia de diversas culturas. Quem não se lembra de Mobi Dick, ou das baleias que "engoliram" Jonas e Pinóquio? 

Através de estudos realizados pelo Projeto Golfinhos, foi confirmada a ocorrência de um total de 13 diferentes espécies de cetáceos na Baía de Parati : baleia-franca-do-sul, baleia-jubarte, baleia-minke, baleia-de-bryde, cachalote, orca, falsa-orca, baleia-piloto-de-peitorais-curtas, golfinho-pintado-do-atlântico, golfinho-de-dentes-rugosos, golfinho-flíper, golfinho-comum-de-bico-curto e boto-cinza. Portanto, a Baía de Parati é uma das mais ricas baías brasileiras em termos de biodiversidade de cetáceos. 

Comunidade caiçara em Parati faz curso de ecoturismo e condução de trilhas 

Noções sobre ecoturismo, mata atlântica, cultura caiçara e técnicas de condução de trilhas. Esses foram os principais temas abordados durante o Curso Básico de Monitores de Ecoturismo realizado em dezembro de 2001 na comunidade da praia do Sono, em Parati, litoral do Rio de Janeiro. Cerca de 25 pessoas participaram, incluindo doze futuros guardas ambientais que devem atuar na região.

O curso, ministrado por voluntários da área de turismo, contou com o apoio da organização não-governamental SOS Mata Atlântica, que desenvolve atividades na região. A Praia do Sono faz parte da Reserva Ecológica da Juatinga e da Área de Proteção Ambiental Cairuçu, unidades de conservação que protegem praias quase desertas, cachoeiras, trilhas e uma das últimas áreas remanescentes de mata Atlântica do Rio de Janeiro. Outra característica importante é a presença dos caiçaras, povo nativo daquele trecho do litoral.

"São as pessoas mais indicadas para atuarem como monitores em sua região, pois conhecem bem as trilhas e curiosidades da cultura caiçara", lembra Márcio Prado, diretor de uma agência de ecoturismo em Campos do Jordão(SP) e um dos palestrantes voluntários. Outros cursos de reciclagem e temas abordando o turismo devem acontecer na comunidade no próximo ano.

"Percorrer as trilhas com um guia local é a melhor forma de valorizar o conhecimento caiçara e aproveitar muito mais o passeio", garante Lindalva dos Remédios Albino, da Associação dos Moradores da Praia do Sono. Os monitores podem ser contatados na barraca da Lindalva ou do Alexandre, na própria Praia.

O acesso à praia do Sono é pela rodovia Rio-Santos, trinta quilômetros antes do centro de Parati, mais uma hora a pé a partir da vila do Oratório, em Laranjeiras. O ônibus que chega até a vila do Oratório é o 1040, que sai da rodoviária de Parati.

Outros Links para Matérias no Rio de Janeiro:
-
Búzios
- Ilha Grande
- Itatiaia
- Passeio ao Corcovado

Reportagem: Wagner Vieira

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