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Origem e desenvolvimento
do ecoturismo no Brasil - Fev/04 |
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Um grande impulsionador do turismo ecológico no mundo, foi sem dúvida os
documentários em vídeo sobre viagens, que apresentavam a natureza como cenário
principal, populares nos finais da década de 70.O Ecoturismo teve o crescimento
da atividade acentuado, no final dos anos 80 e início 90. O ecoturismo foi
introduzido no Brasil no final dos anos 80, seguindo a tendência internacional.
Já em 1989 foram autorizados pela Embratur os primeiros cursos de guia desse
tipo de turismo. Em 1992, com a Rio 92, o termo ecoturismo ganhou maior
visibilidade, agradou de vez o brasileiro e impulsionou um mercado promissor,
que desde então não pára de crescer. Aos poucos, órgãos e instituições ligados
ao setor também foram sendo criados.
Fundado em 1995, o Instituto Ecoturístico Brasileiro - IEB, surge no contexto
nacional com o objetivo de organizar e unificar toda a cadeia ecoturística que
compreende desde empresários, operadoras e agências de viagem, meios de
hospedagem, entidades ambientalistas, entre outras pessoas ligadas a área. Uma
de suas prioridades é incentivar o ecoturismo através da elaboração de um código
de ética visando certificar o profissional do setor.
O Ecoturismo é uma atividade que busca valorizar as premissas ambientais,
sociais, culturais e econômicas conhecidas de todos nós, e inclui a
interpretação ambiental como um fator importante durante a experiência
turística. Os roteiros são elaborados através das Agências Operadoras, ou outras
formas desenvolvidas pelo marketing, onde os consumidores utilizarão os serviços
de hotelaria, gastronomia, condutores, transportes, equipamentos, etc.
Utilizarão ainda, a infra-estrutura básica da região (hospitais, farmácias,
saneamento, coleta de lixo, posto de saúde, telefonia, etc.) adequada e
ecologicamente corretas.
Como uma indústria, esta atividade é composta de vários sócios proprietários,
presidente, diretores, setores, operadores,etc. Os sócios são compostos pela
sociedade civil, governo e instituições não governamentais. Neste caso, os
sócios dividem a presidência, mantendo a interligação de informações
automatizadas e de acesso aos outros sócios quando necessários independentes de
presença ou não.
Cada gerente cuidará de um segmento da indústria e o gerente geral (Gestor
Administrativo Ambiental), será responsável pela preservação do meio ambiente. É
o sujeito que irá monitorar as atividades ambientais, gerenciar e fiscalizar o
fiel cumprimento das leis e atividades produzidas pela grande indústria. No
entanto cada sócio, deterá um estrutura organizacional competente e treinada,
com capacitações periódicas para aperfeiçoamento do seu corpo técnico,
aumentando o diferencial da produção.
A Prefeitura, como sócia , cabe a infra-estrutura urbana e rural através de suas
Secretarias Municipais, tendo como umas prioridades do município controle do
saneamento e destinação de resíduos, por tratar-se do cartão de visitas ao
município, pois, um município sem saneamento e destinação de resíduos afugentam
os consumidores, que proverão o desenvolvimento sustentável da região, além de
interferir diretamente na qualidade de vida.
A sociedade civil, cabe a consciência e a responsabilidade de conservar o meio
ambiente urbano, rural e ambiental, considerando que o produto está agregado a
preservação e conservação, para atrair os turistas , garantindo essa fonte de
riquezas.
Se o ecoturismo no Brasil encontra-se em um estágio de desenvolvimento recente,
este é o momento para incentivarmos a introdução de uma política de âmbito
nacional para o setor . Tal política deve orientar governos e legislativos para
a implantação de suas estratégias de regulamentação e controle, assim como
orientar agências de fomento para criar e facilitar o acesso a incentivos
fiscais e financiamentos. Ressaltando-se, a importância do estímulo a
qualificação profissional, a capacitação e aquisição de tecnologias apropriadas,
a serem viabilizadas pelo empresariado . Existem empreendedores querendo
investir, de forma séria, em ecoturismo com bons projetos, como aqueles ,
proprietários de área natural que transformam sua terra em RPPN ficando
obrigado, de forma perpétua, a conservar a propriedade.
Por isto é preciso implantar projetos bem embasados , dentro de uma política
nacional integrada que aproxime o desenvolvimento do ecoturismo aos objetivos de
sustentabilidade social, econômica e ambiental. A falta de uma política nacional
clara para o desenvolvimento do setor, aliada à forma desorganizada e, muitas
vezes, irresponsável com que as pessoas tem praticado o ecoturismo, têm motivado
uma série de preocupações aos governos locais, às organizações ambientalistas e
às comunidades anfitriãs. Um grande impulsionador do turismo ecológico no mundo,
foi sem dúvida os documentários em vídeo sobre viagens, que apresentavam a
natureza como cenário principal, populares nos finais da década de 70.O
Ecoturismo teve o crescimento da atividade acentuado, no final dos anos 80 e
início 90. O ecoturismo foi introduzido no Brasil no final dos anos 80, seguindo
a tendência internacional. Já em 1989 foram autorizados pela Embratur os
primeiros cursos de guia desse tipo de turismo. Em 1992, com a Rio 92, o termo
ecoturismo ganhou maior visibilidade, agradou de vez o brasileiro e impulsionou
um mercado promissor, que desde então não pára de crescer. Aos poucos, órgãos e
instituições ligados ao setor também foram sendo criados.
Fundado em 1995, o Instituto Ecoturístico Brasileiro - IEB, surge no contexto
nacional com o objetivo de organizar e unificar toda a cadeia ecoturística que
compreende desde empresários, operadoras e agências de viagem, meios de
hospedagem, entidades ambientalistas, entre outras pessoas ligadas a área. Uma
de suas prioridades é incentivar o
ecoturismo através da elaboração de um código de ética visando certificar o
profissional do setor.
O Ecoturismo é uma atividade que busca valorizar as premissas ambientais,
sociais, culturais e econômicas conhecidas de todos nós, e inclui a
interpretação ambiental como um fator importante durante a experiência
turística. Os roteiros são elaborados através das Agências Operadoras, ou outras
formas desenvolvidas pelo marketing, onde os consumidores utilizarão os serviços
de hotelaria, gastronomia, condutores, transportes, equipamentos, etc.
Utilizarão ainda, a infra-estrutura básica da região (hospitais, farmácias,
saneamento, coleta de lixo, posto de saúde, telefonia, etc.) adequada e
ecologicamente corretas.
Como uma indústria, esta atividade é composta de vários sócios proprietários,
presidente, diretores, setores, operadores,etc. Os sócios são compostos pela
sociedade civil, governo e instituições não governamentais. Neste caso, os
sócios dividem a presidência, mantendo a interligação de informações
automatizadas e de acesso aos outros sócios quando necessários independentes de
presença ou não.
Cada gerente cuidará de um segmento da indústria e o gerente geral (Gestor
Administrativo Ambiental), será responsável pela preservação do meio ambiente. É
o sujeito que irá monitorar as atividades ambientais, gerenciar e fiscalizar o
fiel cumprimento das leis e atividades produzidas pela grande indústria. No
entanto cada sócio, deterá um estrutura organizacional competente e treinada,
com capacitações periódicas para aperfeiçoamento do seu corpo técnico,
aumentando o diferencial da produção.
A Prefeitura, como sócia , cabe a infra-estrutura urbana e rural através de suas
Secretarias Municipais, tendo como umas prioridades do município controle do
saneamento e destinação de resíduos, por tratar-se do cartão de visitas ao
município, pois, um município sem saneamento e destinação de resíduos afugentam
os consumidores, que proverão o desenvolvimento sustentável da região, além de
interferir diretamente na qualidade de vida.
A sociedade civil, cabe a consciência e a responsabilidade de conservar o meio
ambiente urbano, rural e ambiental, considerando que o produto está agregado a
preservação e conservação, para atrair os turistas , garantindo essa fonte de
riquezas.
Se o ecoturismo no Brasil encontra-se em um estágio de desenvolvimento recente,
este é o momento para incentivarmos a introdução de uma política de âmbito
nacional para o setor . Tal política deve orientar governos e legislativos para
a implantação de suas estratégias de regulamentação e controle, assim como
orientar agências de fomento para criar e facilitar o acesso a incentivos
fiscais e financiamentos. Ressaltando-se, a importância do estímulo a
qualificação profissional, a capacitação e aquisição de tecnologias apropriadas,
a serem viabilizadas pelo empresariado . Existem empreendedores querendo
investir, de forma séria, em ecoturismo com bons projetos, como aqueles ,
proprietários de área natural que transformam sua terra em RPPN ficando
obrigado, de forma perpétua, a conservar a propriedade.
Por isto é preciso implantar projetos bem embasados , dentro de uma política
nacional integrada que aproxime o desenvolvimento do ecoturismo aos objetivos de
sustentabilidade social, econômica e ambiental. A falta de uma política nacional
clara para o desenvolvimento do setor, aliada à forma desorganizada e, muitas
vezes, irresponsável com que as pessoas tem praticado o ecoturismo, têm motivado
uma série de preocupações aos governos locais, às organizações ambientalistas e
às comunidades anfitriãs.
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