Desenvolvimento Turístico no Trecho Sul da Costa Capixaba: uma proposta metodológica - nov/04

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Parte 2

Análise dos resultados do índice de desenvolvimento turístico para os municípios e para a região como um todo
Um dos indicadores que compõem o fator “A”, que representa o valor da componente meio de alojamento, é o número de residências secundárias da destinação. As residências secundárias podem ser compreendidas como um alojamento turístico particular, que é utilizado temporariamente, principalmente por lazer, por pessoas que têm domicílio em outro lugar. TULIK (2001). A busca espontânea do litoral sul do Espírito Santo demandou a criação de diversos loteamentos na região, que foram adquiridos para a construção de residências secundárias, principal forma de alojamento turístico presente atualmente na área de estudo.

A tabela I destaca que a região de estudo possuía 32.861 residências secundárias, destas 18.270 encontram-se no município de Guarapari, que detêm a maior concentrações destas entre os municípios do litoral sul. De maneira menos evidente regionalmente, mas relevantes para os destinos, aparecem Marataízes e Piúma com 5.482 e 4.368 residências secundárias respectivamente. Os municípios de Itapemirim e Anchieta possuem níveis mais baixos de incidência desta modalidade de alojamento turístico com 2.417 e 1984 respectivamente. Ainda, de maneira bem menos representativa, aparece o município de Presidente Kennedy com 340 residências secundárias.

A grande provisão de residências secundárias na região de estudo indica um crescimento urbano, com a ocupação de novas áreas antes não ocupadas pela população residente. No município de Guarapari, bairros como a Praia do Morro se desenvolveram devido a este fenômeno, inclusive chegando a verticalização, transformando de forma impiedosa a paisagem local.

Ainda, esta provisão exigiu dos poderes públicos, investimentos para sua sustentação como: a melhoria das vias de acesso e internas nas áreas ocupadas, fornecimento de energia elétrica e fornecimento de água, e a implantação de serviços de esgotamento sanitário a fim de conservar a preservar a qualidade ambiental, imprescindível para não reduzir a atratividade local.

Um dos principais fatores relacionados à presença de residências secundárias na área de estudo é que estas têm garantido a presença de muitos turistas nas destinações. Mesmo que o proprietário não desloque a sua residência para o lugar, estas em geral, são ocupadas por parentes ou amigos, e ainda alugadas para terceiros. Este fato, que garante a presença de turistas no destino, ainda colabora para a permanente animação da região. Há uma menor insegurança quanto a uma possível queda no número de turistas nos destinos.

Verificando a presença massiva desta modalidade de alojamento turístico no litoral sul, podemos considerar diversos fatores que podem ter colaborado para isso, como o estágio avançado de desenvolvimento econômico dos principais pólos emissores, a pequena distância entre a área de estudo e as áreas emissoras de turistas, a disponibilidade financeira da demanda (excedente), a existências de muitos espaços desocupados, o baixo custo da terra nas destinações, a presença e a qualidade das vias de acesso (exceto para o município de Presidente Kennedy) e a qualidade dos principais atrativos (as praias) da região.
Pode-se refletir se o turista torna-se assim um importante agente de desenvolvimento turístico, juntamente com o governo e os empresários do setor turístico, pois são eles principalmente que implantam residências secundárias nas destinações.

Município mais populoso da região de estudo, Guarapari é onde se encontra a maior concentração populacional e urbanização na região. Recebe cerca de 500 mil visitantes ao ano (IDES, 1999) que se alojam principalmente nas mais de 18 mil residências secundárias que o destino possui. (IBGE, 2000).
Além das residências secundárias são 65 os outros meios de alojamento turístico disponíveis, sendo que, como evidencia a tabela II, na maioria estes são de pequeno a médio porte e possuem qualidades inferiores a razoáveis.

São 386 meios de restauração que atendem turistas preferencialmente, 28 meios de entretenimento e 167 instalações e serviços complementares, geralmente de baixas capacidades. Existe uma nítida diferença entre a capacidade de alojamento no destino em relação aos meios de restauração, entretenimento e complementares. Podemos cogitar se o grande volume de residências secundárias é responsável por este fato, devido ao costume desse tipo específico de turista se alimentar em casa por economia, e passar quase todo o dia na praia.

Outro fator de grande relevância é a alta sazonalidade da demanda turística em toda a área de estudo, que se concentra durante o período de verão e se reduz drasticamente nos outros períodos do ano. Este fato dificulta a sobrevivência dos empreendimentos inibindo investimentos. Apesar disso, com uma população concentrada próxima às áreas turísticas, esta pode vir a ser consumidora de equipamentos e serviços turísticos, principalmente de entretenimento e restauração, criando um ambiente favorável a seu desenvolvimento.

Apesar de possuir uma grande extensão litorânea ainda não ocupada pelo turismo, a maior parte desta não está disponível devido a ser protegida, como é o caso área costeira da Reserva de Setiba e do Parque Estadual Paulo César Vinha. (GUARAPARI, 2002). Assim a evolução dos meios de alojamento torna-se limitada, principalmente de residências secundárias que consomem vastas porções de território.

Para amenizar a alta sazonalidade do fluxo turístico, o que impulsionaria seu desenvolvimento, há a alternativa de se desenvolver outras modalidades de turismo, como o de aventura, o ecoturismo, o de feiras e eventos e outros. Para isso, necessita-se observar alguns possíveis entraves no ambiente como: o atual paradigma do turismo litorâneo que pode ser de difícil mudança, a inadequação dos atuais serviços e instalações para uma demanda mais exigente e o alto custo das mudanças, principalmente das infra-estruturas como hotéis, áreas para feiras e eventos, construção e manutenção de estradas antes não utilizadas por turistas como no interior do município, entre outros.

Diferente de Guarapari, o município de Anchieta está localizado a 79 km da capital do Estado, Vitória, recebe cerca de 180 mil turistas por ano, apesar de possuir uma população de aproximadamente 19 mil habitantes somente. As principais áreas turísticas encontram-se afastados de sua sede (Figura 4), que por estar junto à foz do rio Benevente, sua praia não é atrativa quando as demais de seu litoral.

A baixa incidência de residência secundárias (1984) em relação a Guarapari (18270) se torna evidente pela diferença de suas demandas, e se repercute sobre as outras instalações e serviços turísticos. A Tabela III mostra que Anchieta possui ainda 40 outros meios de hospedagem cujas capacidades e qualidades são consideradas de baixas a médias. São 165 meios de restauração, 11 meios de entretenimento e 88 serviços complementares.

A ausência de oferta de terrenos, devido principalmente a especulação e preços altos, levou a uma ocupação num ritmo mais lento que Guarapari, principalmente no número de residências secundárias. Por sua vez, a baixa incidência relativa desses meios de alojamento repercutem sobre os meios de restauração, entretenimento e complementares, que pouco se desenvolveram em relação àquele município.

Outro fator que inibe a implementação de instalações e serviços turísticos nas localidades litorâneas do município é que a grande maioria das residências locais é de uso ocasional. Somente no verão ou feriados prolongados é que se tem sua ocupação. Disso decorre uma carência de oferta de equipamentos e serviços.
Com 25 km de extensão litorânea (ANCHIETA, 2002), maior parte não ocupada pelo turismo e a presença de atrativos interessantes, o município possui grande capacidade de desenvolver instalações e serviços. Recentes ofertas de loteamentos junto aos núcleos turísticos tem sido divulgadas e começam a serem ocupadas por residências secundárias e primárias. Este fato pode dar condições para o aumento das populações residentes e na alta estação, impulsionando principalmente os meios de restauração e entretenimento, assim como os complementares. Ainda podem ser implantados outros meios de alojamento, como hotéis e resorts de maior porte e qualidade, devido presença de vastas áreas não ocupadas e de infra-estruturas suporte presentes no litoral (vias, eletrificação, telefonia, estações de tratamento).

Piúma é o município que possui a menor área territorial (77 km²) entre os municípios da região de estudo. Com uma população de cerca de 15 mil habitantes, a maioria na área urbana localizada junto ao litoral de apenas 8 km. de extensão. (IDES, 1999). Entre os meios de alojamento se destacam as 4.368 residências secundárias. São 20 os outros meios de alojamento, sendo suas capacidades e qualidades variando de baixas a médias (tabela IV) o que implica num menor desenvolvimento dos meios de alojamento em relação a Guarapari e Anchieta.

Apesar disso, Piúma desenvolveu mais meios de restauração que Anchieta. A presença da população residente junto à área turística (como não ocorre em Anchieta) tem possibilitado uma maior oferta destes, que são consumidos também pela população residente.

Com um território reduzido e uma curta extensão litorânea, torna-se difícil desenvolver mais meios de hospedagem, limitando o desenvolvimento turístico local. Os outros serviços e instalações turísticas podem se desenvolver a medida em que aumentem a densidade populacional, sua renda e que a sazonalidade do fluxo turístico seja reduzida, seja por uma extensa promoção ou pelo lançamento de novos produtos ao mercado. Com baixas receitas públicas, atrativos limitados e a existência de poucos pequenos empresários locais, tornam-se difíceis a implementação de tais intervenções.

Com a economia baseada principalmente na agropecuária e extração e beneficiamento de mármore (ITAPEMIRIM, 2002), Itapemirim possui uma população de 28 mil habitantes aproximadamente, a maioria residente na área rural e grande parte na sede do município, que se localiza distante do litoral (IBGE, 2000).
A ausência de infra-estruturas adequadas no trecho litorâneo decorrente da distribuição populacional, inviabilizou sua ocupação até períodos recentes. A concentração de instalações e serviços turísticos limita-se às praias de Itaóca e Itaipava, localizadas no extremo norte do município, próximas a área urbana de Piúma.
São somente nove pequenos meios de alojamento turístico além das 2.417 residências secundárias. Disso decorreu um desenvolvimento tímido dos outros serviços e instalações turísticas. A Tabela V ainda evidencia as baixas qualidades destas instalações e serviços.

Apesar de um extenso litoral, a maior parte está sob o domínio da Marinha do Brasil (ITAPEMIRIM, 2002), o que torna o desenvolvimento urbano limitado às áreas anteriormente citadas. O crescimento urbano se dirige não paralelamente à praia como em vários casos de turismo litorâneo, mas perpendicular a ela, criando uma taxa de ocupação muito elevada durante a alta temporada.

Seu desenvolvimento turístico é menor que Guarapari, Anchieta e Piúma, assim como o desenvolvimento de seus meios de alojamento, restauração, entretenimento e complementares. Seu desenvolvimento turístico, pelo menos no litoral está comprometido pela prévia e inadequada ocupação e carência de espaço disponível.

De outra maneira, Marataízes foi um dos primeiros destinos turísticos do Estado, atualmente com cerca de 30 mil habitantes (IBGE, 2000), o município é o mais próximo de um dos principais emissores turísticos estaduais, Cachoeiro do Itapemirim, e é beneficiado pela presença da BR 482 que o liga a Minas Gerais. Esta proximidade com Cachoeiro do Itapemirim, juntamente com a disponibilidade de terra e acesso, permitiu que historicamente fosse ocupado por residências secundárias, isso não impediu algum desenvolvimento dos outros meios de alojamento como pousadas, acampamentos e hotéis.

A tabela VI destaca os 25 outros meios de alojamento, mostrando médias capacidades e qualidades, sendo o desenvolvimento destes meios maior que o dos municípios de Anchieta, Piúma e Itapemirim. A grande proximidade com o principal emissor e a presença da população residente vem garantindo uma menor sazonalidade em relação aos outros destinos da área de estudo, apesar disso, não se verifica um melhor desempenho proporcional dos meios de restauração, entretenimento ou complementares.

Apesar de uma grande urbanização em seu trecho norte, o sul do litoral do município apresenta pouca ou quase nenhuma urbanização. A falta de pavimentação da Rodovia do Sol- ES 060 (Figura 5), que se interrompe nesse trecho afetou decisivamente a ocupação territorial. Trecho servido de recursos atraentes como praias, rios e lagoas, há grandes possibilidades de uma revitalização do desenvolvimento turístico local, condicionado basicamente a melhoria da infra-estrutura suporte em seu trecho sul e a ordenação do uso do território.

Localizado no extremo sul do litoral capixaba, Presidente Kennedy é o menos populoso dos municípios da área de estudo com aproximadamente 9.500 habitantes que residem em sua maioria na área rural, a maior densidade populacional encontra-se na sede do município, afastado do litoral de praias extensas e turbulentas. É o município que se encontra em fase inicial de desenvolvimento. Somente 340 residências secundárias e quatro outros meios de alojamento de baixas capacidades e qualidades, ainda existem 25 pequenas instalações de restauração, duas de entretenimento e 12 complementares. (Tabela VII).

À distância do município aos principais pólos emissores regionais, somado a grande dificuldade de acesso, carência de infra-estruturas suporte no litoral e a baixa atratividade de suas praias para o lazer são somente alguns fatores que podem contribuir para a compreensão do baixo desenvolvimento turístico local.
Selecionar os melhores atrativos, implementar políticas para o desenvolvimento turístico no litoral, com articulação e implementação das respectivas infra-estruturas pode vir a ser uma alternativa para o desenvolvimento local, principalmente num período de ampliação de receitas públicas advindas dos royalties do petróleo extraído em sua área marítima.

Na região de estudo, além das residências secundárias os principais meios de alojamentos são pousadas e hotéis, além de acampamentos, pensões e flats, que variam de pequeno e médio porte e qualidades baixas a moderadas como evidencia a tabela VIII.

O processo de desenvolvimento turístico do trecho sul da costa capixaba ocorreu de forma espontânea, sem grandes promoções, controles ou políticas de desenvolvimento, desde seu início no final da década de 1940. O principal agente historicamente de produção das destinações turísticas na região de estudo foram os próprios turistas, que as escolheram como novos destinos.

Os outros agentes de desenvolvimento do turismo, a iniciativa privada e o poder público, foram dando suporte a este desenvolvimento, mas sem intervir diretamente no direcionamento deste processo, que foi sempre ditado pela demanda. O poder público atuou fornecendo infra-estruturas, como melhoria e implantação de vias de acesso aos destinos e nos destinos, assim como fornecimento de água, energia elétrica, telefonia, iluminação, coleta e tratamento de resíduos, entre outros. Muitos destes serviços passaram nos últimos anos a serem prestados por empresas privadas. A iniciativa privada acompanhou a demanda, fornecendo outras modalidades de alojamento turístico além das residências secundárias, assim como meios de restauração, entretenimento e outros serviços complementares.

As pequenas capacidades e qualidades das instalações e serviços turísticos pode estar relacionada ao fato de muitos dos atuais empresários do setor serem imigrantes aposentados que investiram em um negócio que lhes dá um complemento de renda, e que lhes proporciona tempo livre durante os grandes períodos de baixo ou nenhum fluxo. Durante estes períodos pode-se perceber o envelhecimento da população residente, devido ainda à transformação de residências secundárias em primárias pelos proprietários que, após se aposentarem, deixaram seus locais de moradia para viver nos lugares onde passaram períodos agradáveis de suas vidas.

Criar um ambiente favorável para que a comunidade residente tenha acesso tanto ao conhecimento como a outros recursos necessários para aproveitarem esta oportunidade, maximizando o potencial do turismo em distribuir renda e gerar mobilidade social em vez de assistir apaticamente a uma re-colonização, parece ser uma questão ética que aponta a necessidade de estratégias mais eficazes.

A Figura 6 descreve o comportamento do índice de desenvolvimento turístico para os município e região como um todo, é possível identificar similaridades na relação dos valores componentes do Idt, disso decorre a necessidade de maior investigação em outros destinos litorâneos ou não. Sua confirmação pode subsidiar políticas públicas, assim como servir como base para análise de viabilidade para empreendimentos turísticos.

A abordagem aqui apresentada sobre o desenvolvimento turístico no trecho sul da costa capixaba apenas procura colaborar para uma maior compreensão do desenvolvimento turístico. O tema desenvolvimento turístico em si exige cada vez mais um olhar, ao mesmo tempo atento, analítico e sistêmico, devido à complexidade de se compreender um fenômeno ainda pouco estudado e de tamanha importância na transformação do mundo contemporâneo.

Considerações finais

O trecho sul da costa capixaba recebe anualmente um número de turistas muitas vezes superior a sua população residente (ESPIRITO SANTO, 2001). Para isso, as destinações turísticas desta porção litorânea localizada junto ao trecho sul da costa capixaba receberam a provisão de instalações e serviços voltados a atender estas grandes demandas. Foram providos principalmente de meios de alojamento, onde se destacam as residências secundárias como principal meio de alojamento regional.

Percebe-se no decorrer deste trabalho que o desenvolvimento até certo ponto anárquico do turismo, impulsionado espontaneamente pela demanda, definiu um modelo de ocupação desordenada que causou um aproveitamento turístico aquém de suas possibilidades. O desenvolvimento não planejado, deixa margens para que não se aproveitem pontos positivos do desenvolvimento ao mesmo tempo em que não inibe possíveis efeitos negativos.

Observa-se que alguns fatores contribuíram de forma significativa para esta atual situação, entre eles pode-se citar: a ausência de estratégias eficazes em âmbito local e regional para um desenvolvimento turístico com maior qualidade, a atratividade das praias que variam de município para município, os acessos, a disponibilidade de espaço para ocupação, a proximidade de grandes pólos emissores, a alta taxa de sazonalidade da demanda turística, entre outros.

A análise do desenvolvimento turístico no trecho sul da costa capixaba colaborou para uma maior compreensão acerca do desenvolvimento turístico litorâneo. Obviamente, se apresenta a necessidade de maior investigação sobre o desenvolvimento de outros destinos litorâneos em diferentes regiões para que se destaquem as diferenças e tipologias de desenvolvimento. Existem inúmeras oportunidades para tais investigações. Os destinos da costa da região nordeste e sul são alguns exemplos. A necessidade de se entender melhor o desenvolvimento turístico litorâneo assim como o desenvolvimento do turismo de maneira geral, abre um grande campo de oportunidades de investigação.

Apesar da utilização do Idt ser útil para a análise do desenvolvimento turístico das destinações, ele não expressa se este desenvolvimento é adequado, sendo necessária a utilização de metodologias complementares para este fim. Percebeu-se que, para que possam ser ampliados os Índices de Desenvolvimento Turístico dos municípios, assim como da região, é necessária uma atitude mais pró-ativa dos poderes públicos. Esta atitude pode ser realizada através do fornecimento de infra-estrutura suporte adequada, de uma promoção mais eficaz dos destinos, da criação de incentivos para captação de investimentos no setor, buscar outros segmentos de mercado, entre outras. Criando assim, condições favoráveis ao melhor desempenho da atividade.

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Autor:
Jefferson L. Gazoni
Bacharel em turismo pela AESG-ES e mestre em Turismo Ambiental e Cultural: planejamento e gestão pelo UNIBERO-SP, foi Secretário de Turismo de Anchieta-ES, atuou como consultor em capacitação e planejamento no enfoque participativo para vários órgãos governamentais e privados no Brasil e lecionou na área de turismo em diversas instituições de ensino superior. Co-autor da obra Turismo Religioso: ensaios e reflexões, lançada pela Editora Alínea, atualmente pesquisa o desenvolvimento turístico na área rural no entorno de Brasília e atua como Diretor de Projetos da Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal – SETUR/ DF

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